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Criticar sem reprovar- principios para comunicar as suas avaliações

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Criticar é fácil. O que não é tão fácil é criticar sem magoar aqueles que avaliamos. Veja o video do YouTube: https://youtu.be/GToSyvwiVcQ Neste vídeo eu falo dos princípios gerais a observar quando comunicamos as nossas críticas a alguém. 1)Procure ser honesto e imparcial e fale de forma positiva. 2) Avalie aquilo que a outra pessoa faz (e diz) e não quem ela é. 3)Faça comentários que efectivamente contribuam para o aperfeiçoamento da pessoa avaliada. 4) Dê a sua opinião. 5) Encoraje! 6) Promova a auto-estima da pessoa visada. https://youtu.be/GToSyvwiVcQ Não sabe como Escrever um Discurso? Inscreva-se no curso online:  Como Escrever um Discurso em 3 Tempos! Vá a :  http://bit.ly/ComoEscreverDiscurso Aqui reúno toda a informação necessária para, de forma rápida e acessível, redigir um discurso que impressione, fruto da minha experiência ao longo da última década. O essencial reunido numa plataforma de  e-learning ...

Quantas palavras por minuto profere nos seus discursos?

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Sabia que, de acordo com o Guiness Book of Records , em média, pronunciamos 437.292. 000 palavras durante a nossa vida inteira? São quase 500 milhões de vocábulos. É claro que se uma pessoa viver 90 anos pronunciará mais palavras do que uma pessoa que viva 50 anos. Mas esse não é o único aspecto a considerar. O género também é relevante! Num estudo publicado na revista Science, em 2007, James Pennebaker, da Universidade do Texas, concluiu que as mulheres falavam, por dia, uma média de 16.215 palavras e os homens, 15.669. Trata-se de uma diferença  residual que contraria o estereótipo de que as mulheres falam mais dos que os homens. Para os oradores profissionais discursar é tão frequente e rotineiro que já definiram, ao longo dos anos, o seu número médio de palavras. Mas para qualquer orador conhecer a sua taxa de conversação ou ritmo oratório - isto é, o número médio de palavras que profere num minuto pode ser muito importante. A prova disso é que se perguntarmos...

Aquilo que alguns oradores costumam fazer (e não deviam)- parte II

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No seguimento do post anterior, volto a abordar alguns maus hábitos no domínio da comunicação em público. A comunicação deve ser fluida e natural. Existe um hábito pernicioso que impede a fluidez espontânea que reconhecemos nos grandes oradores: Ler o discurso como se ele fosse entediante! Se as leituras robóticas, pouco entoadas e monocórdicas, prejudicam a transmissão e partilha de ideias entre orador e auditório, então p orque é que muitas pessoas insistem em ler um guião das suas apresentações como se esta fosse a coisa mais entediante do mundo? Não existe nada de mal em ler um discurso. O que é um mau hábito, do ponto de vista da eloquência e persuasão, é ler um discurso como se ele fosse desinteressante e aborrecido. Sabe que sentimento transmite àqueles para quem discursa quando lhes dá a entender que aquilo que escuta é maçador? Ela vai pensar (e sentir) que tudo aquilo que lhe diz é enfadonho! Não leia os seus discursos como se eles fossem uma docum...

Grandes Discursos: We Shall Fight on the Beaches de Winston Churchill

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A 4 de Junho de 1940, Winston Churchill, primeiro-ministro do Reino Unido, proferiu, perante a Câmara dos Comuns, do Parlamento do Reino Unido, o famoso discurso " We Shall Fight on the Beaches " traduzido, em português, como " Lutaremos nas Praias ". Este foi um dos três grandes discursos de Churchill durante a invasão de França e dos Países Baixos pela Alemanha Nazi durante a II Guerra Mundial:  We Shall Fight on the Beaches " foi precedido de um outro discurso famoso,  Blood, toil, tears, and sweat (13 de Maio de 1940) e antecedeu  This was their finest hour (18 de Junho de 1940). http://micunplugged.blogspot.pt/2015/04/we-shall-fight-on-beaches-winston.html We Shall Fight on the Beaches surgiu num período imediatamente seguinte à evacuação das tropas britânicas de Dunkirk e antes da derrota final e rendição que aconteceria mais tarde nesse mês.No contexto da recente invasão da Alemanha, Churchill elogia a nação exortando à defesa - até à mo...

Porque é a escolha das palavras tão decisiva num discurso?

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" Diga bom dia com Mokambo, Mokambo " Assim começa o anúncio que muitos oradores (sobretudo aqueles com mais de 25 anos) se lembrarão de escutar na televisão. O jingle ficou para a posteridade bem como a epizeuxe (a mais elementar das figuras de estilo de repetição): " gosto bom, bom, bom, bom, bom ”. Assim se ligava o"bom" dia e o "bom" gosto da mistura de cereais e café. Porque será que, passados mais de 30 anos, ainda nos recordamos deste anúncio?  Entre os vários motivos relevantes, destacamos aquele que é mais importante do ponto de vista da retórica: a escolha de palavras. Com efeito, os grandes oradores estudam cuidadosamente as melhores palavras para obterem o efeito desejado . E esse criteriosos labor linguístico e estilístico dá frutos quando os discursos se tornam memoráveis, capazes de habitar o imaginário colectivo. Quem se esquecerá da famosa afirmação " Eu tenho um sonho " de Martin Luther King, repetida cirurg...