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A mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação Persuasiva

Faça o teste: qual a sua postura enquanto orador?

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Considere esta imagem.
Como se descreveria enquanto orador?
Qual a sua linguagem corporal mais característica? O mais certo é adoptar todas estas 5 posturas. Mas qual aquela em que passa mais tempo?

Se tem dúvidas, procure a opinião de um amigo. Em alternativa, recorra a fotos ou gravações vídeos das suas apresentações.

5 tipos de linguagem corporal:

1- Boa postura, orientada para o auditório mas sem o uso das mãos para reforçar aquilo que afirma?

2- Braços cruzados numa atitude desconfiada/defensiva colocando obstáculos físicos (e simbólicos) entre si e aqueles para quem fala?

3- Postura dobrada sobre si: ombros caídos, cabeça baixa, olhar tendencialmente em baixo? As mãos unidas à frente em posição defensiva numa atitude de "apagamento" do orador  e "fuga" da comunicação?

4 - Postura aberta, descontraída e relaxada. Os pés estão à largura dos ombros e as mãos apoiam o discurso sempre que se justifica? O seu olhar dirige-se ao auditório e a sua expressão facial es…

Linguagem Corporal- algumas posturas a evitar

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Já todos assistimos a comunicações em que os oradores não nos convenceram ou não causaram suficiente impacto para que nos recordemos deles com entusiasmo. Por vezes, os problemas da comunicação não estão na Invenção ou Disposição Retóricas, isto é, nos conteúdos e raciocínio argumentativos mas sim, na Acção, mais especificamente na comunicação não-verbal.
Apresentamos alguns exemplos de uma linguagem corporal que não contribui para deixar uma impressão memorável e forte do orador. 
Observe cada um destes exemplos e considere aquilo que prejudica o orador: será a postura "fechada"? Será a orientação enviesada face ao auditório? Será, ainda, a falta de frontalidade, como por exemplo estabelecer contacto visual?





Veja aqui um vídeo didáctico com duas versões de uma apresentação. Qual lhe parece a melhor? Reparou como a linguagem corporal também mudou?












Evite estes exemplo e...


Retoricamente, bons discursos!

O Acrónimo AIDA na Comunicação Retórica

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Um dos mais célebres acrónimos da Comunicação de Marketing é o AIDA: Atenção, Interesse, Desejo e Acção!

Num mundo onde as mensagens nos surgem em catadupa e onde toda a gente parece querer a nossa atenção (ex: clique aqui, compre já, não perca, etc), é cada vez mais difícil à comunicação destacar-se.

Conheça de que maneira  podemos utilizar o AIDA para tornar as nossas comunicações em público mais persuasivas.

Atenção (Atrair)


Quando comunicarmos perante auditórios, queremos que, antes de mais, ele se concentre em nós. Captar a sua atenção é o primeiro passo se pretendemos influenciá-lo, de forma forma. Não facilite e comece, logo, por lhe dar um título de comunicação intrigante. Lembra-se de títulos intermináveis e obscuros. Afaste-se deles! O seu título tem de ser misterioso deixando alguma coisa em aberto. Claro que deve procurar que ele não seja demasiado vago. Porém, isso não significa que deixe o seu auditório a querer saber do que se trata. Começa a ganhar a atenção do auditório…

3 motivos que o levarão a querer aprender Retórica

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Aristóteles define a Retórica como a faculdade de encontrar os meios de persuasão que cada caso apresenta. Associada à oratória, a Retórica é vista, desde Quintiliano, como a arte de falar bem, e de comunicar com clareza conseguindo transmitir ideias com convicção.
Se ainda não obteve formação em Retórica eis porque não deve perder tempo a encontrar um curso. Existem, de certeza, vários perto de si. Por outras palavras, 3 motivos pelos quais deve aprender Retórica.

A Retórica está presente em todos os momentos da nossa vida


Desde que acordamos até voltarmos a adormecer, passamos por uma quantidade enorme de situações que, em menor ou maior grau, envolvem a persuasão. A Retórica está em todo o lado: no anúncio de publicidade que nos alicia, na sugestão de um amigo que nos convence a dar-lhe boleia, ou até nos discursos que os políticos dirigem aos cidadãos através dos meios de comunicação social. Há sempre alguém a tentar convencer-nos de alguma coisa.


Aprender Retórica ajuda-nos a ident…

Públicos há muitos: como se adaptar a diferentes auditórios

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Uma das mais importantes características de um bom orador é a sua capacidade de se adequar àquilo que as pessoas esperam dele. A maior ou menor facilidade em adaptar-se ao auditório irá determinar quão bem a sua mensagem será recebida.
Seja um auditório composto por executivos, por munícipes ou por crianças de uma escola primária, o orador deve criar e apresentar especificamente o seu discurso de forma personalizada.

Algumas pessoas creem que os discursos são como as luvas. As luvas vêem geralmente num tamanho único que se adapta a todos os tipos de mão. Contudo, a Retórica não se baseia em técnicas padronizadas ou fórmulas universais. O que os grandes oradores sabem é que cada auditório possui as suas singularidades e expectativas. Por isso, eles preocupam-se em desenhar um discurso e uma comunicação perfeitamente adaptadas a esse auditório.



Atributos do Auditório a contemplar:
Expectativas acerca da comunicação- O que esperam de si, enquanto orador?
Conhecimento do assunto em questão-…

3 Subtilezas dos Oradores mais Persuasivos

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Pense naquele orador tão claro que nem fazemos esforço para o compreender. Ou naquele outro que comunica de forma tão confiante e persuasiva. Há oradores que espontaneamente conseguem chegar às pessoas, reconhecer as suas expectativas e adequar o seu discurso.  Sabe o que oradores mais persuasivos fazem de especial?
Conheça alguns dos segredos subtis mais bem guardados da comunicação persuasiva.

1.Conhecem aqueles para quem falam
Os oradores persuasivos conhecem pormenorizadamente o auditório a que se dirigem. Dão atenção às características profissionais e pessoais das pessoas com quem falam. Mas, sobretudo, adaptam-se às pessoas: podem mostrar uma linguagem corporal menos ameaçadora perante pessoas mais tímidas, ou adoptar uma postura energética e expansiva perante pessoas activas e empreendedoras.
2. São Empáticos
Num estudo recente da Universidade de Stanford pediu-se aos estudantes que obtivessem um acordo acerca de determinado tema. 55% dos estudantes conseguiram chegar a acordo. P…